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Atendemos quem trabalha — para cobrar o que é devido — e quem emprega — para evitar que o passivo cresça em silêncio. Em qualquer dos dois lados, a régua é a mesma: cálculo realista, comunicação direta, decisão técnica.
Visão geral da área
A maioria das pessoas só procura um advogado trabalhista quando o problema já estourou: o desligamento foi feito, a ação foi proposta, a audiência foi marcada. É tarde demais para muita coisa — e cedo demais para outras tantas. Nosso trabalho começa antes: ouvindo, conferindo cálculos, lendo o contrato, dimensionando o que está em jogo.
Esta página é o ponto de partida. Se você é trabalhador, há um caminho específico — focado em cobrar o que ficou pendente, reverter demissões irregulares e responsabilizar o empregador por assédio, doença ou acidente. Se você é empresa, há outro — voltado a prevenção, contratos sólidos e defesa eficiente quando o processo chega.
Se você está no lado do empregado: veja a página específica para trabalhador. Cobramos verbas rescisórias mal calculadas, horas extras dos últimos 5 anos, indenização por assédio, acidente ou doença, rescisão indireta quando o empregador descumpre o contrato. Honorários no fim do processo, sem custo para começar.
Se você está no lado da empresa: veja a página específica para empregador. Auditamos folha, redesenhamos contratos, treinamos RH, montamos política antiassédio e defendemos em reclamatórias. Foco em reduzir passivo, não em vencer batalha por batalha.
Os dois caminhos são técnicos e separados — porque as estratégias são opostas. Não atendemos os dois lados de um mesmo processo, nem repassamos informação entre clientes. Sigilo absoluto.
A Justiça do Trabalho é uma das mais ágeis do país. Quem chega com prova organizada e expectativa realista costuma sair com solução em 6 a 18 meses — para qualquer dos lados.
— Gabriel Corrêa, advogado responsável
Em qualquer dos dois lados, a primeira conversa é sem custo e diagnóstica. Olhamos os documentos, mapeamos riscos e oportunidades, e damos uma estimativa franca: vale entrar com ação? Vale só negociar? Vale reformular um contrato? Você sai dessa conversa com clareza — não com promessa.
Depois, escolhemos a frente: judicial, extrajudicial, consultiva ou uma combinação. Atualizações periódicas, decisões importantes alinhadas com você, custo previsível desde o primeiro mês.
Para o trabalhador, esperamos recuperação de valores em 60% a 90% dos casos com prova mínima organizada. Para a empresa, esperamos redução de exposição em reais já a partir do segundo trimestre de assessoria. Em ambos, esperamos relatório claro, sem surpresas e sem dramatização.
Sigilo é regra. A relação com cada cliente é exclusiva e protegida.
Avaliação franca antes de qualquer compromisso, em qualquer dos lados.
Atuação em todo o Brasil, com videoconferência, peticionamento eletrônico e WhatsApp direto.
Perguntas Frequentes
Sim, mas em casos diferentes. Nunca atendemos os dois lados de um mesmo processo ou de uma mesma relação. A escolha de qual lado representar é feita no primeiro contato e é definitiva para aquele caso.
Nada. A conversa diagnóstica é sem custo, online, e serve para você (empresa ou empregado) entender se vale a pena seguir. Se sim, falamos sobre honorários antes de qualquer formalização.
Em muitos casos, sim — e quase sempre é mais rápido e mais barato. Acordos extrajudiciais homologados na Justiça do Trabalho têm a mesma força de uma sentença e protegem os dois lados.
Para empregado, depende do caso: acordo costuma sair em 3 a 6 meses, sentença em 12 a 18. Para empresa, redução de risco aparece a partir do 2º ou 3º mês de assessoria contínua, com queda concreta de novas ações em 12 a 24 meses.
Sim, em todo o Brasil. Trabalhamos 100% online, com peticionamento eletrônico e audiências por videoconferência (regra na Justiça do Trabalho desde 2020).
Conversa inicial sem custo, sigilo absoluto e atendimento 100% online em todo o Brasil.
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