Defesa criminal
Direito criminal exige técnica, sangue-frio e presença imediata.
Ninguém imagina precisar de um advogado criminalista. Quando precisa, geralmente é no meio da madrugada, com a família sem saber direito o que aconteceu, e com decisões importantes acontecendo nas próximas horas — audiência de custódia, requerimento de liberdade provisória, manifestação sobre o flagrante. O que se faz (ou se deixa de fazer) nas primeiras 48 horas pesa em todo o resto do processo.
Atuamos com presença real e técnica em cada fase: investigação, inquérito policial, denúncia, audiências, sentença, recursos, execução penal. Sem promessa milagrosa — porque advogado sério não promete absolvição. Com estratégia transparente, sim: o que dá para fazer, o que não dá, o que está em jogo, a cada decisão.
Onde a gente entra
Cada caso criminal é único. Mas há padrões — situações em que a presença imediata de defesa muda completamente o deshecho.
Prisão em flagrante e audiência de custódia. Você ou alguém próximo foi preso. As próximas 24 horas terão uma audiência em que o juiz decide entre soltar (com ou sem medidas), converter em preventiva ou relaxar. Defesa qualificada presente nessa audiência muda o resultado em mais de 60% dos casos.
Intimação para depor / investigação em curso. Você é alvo, testemunha ou suspeito. O que se diz em depoimento policial pode (e vai) ser usado contra você. Acompanhamento desde antes da oitiva, com orientação clara do que responder e do que não responder.
Em direito criminal, calar é, muitas vezes, o melhor argumento. Mas só com defesa presente e técnica é que esse silêncio vira estratégia, e não desespero.
— Gabriel Corrêa, advogado responsável